
Foi com a criação da Bom Futuro Pecuária, que o grupo começou a diversificar seus negócios e seus investimentos. A atividade foi iniciada em meados de 1991, teve o sistema de confinamento implementado por 3 anos, porém devido ao alto custo do volumoso produzido a partir de cana, milho ou milheto, adota hoje o sistema tradicional de cria, recria e engorda de gado de corte.
Fernando Maggi Scheffer, diretor da divisão pecuária, foi então um dos pioneiros na experimentação do sistema ILP – Integração Lavoura-Pecuária, ou semi-confinamento. Suas principais vantagens são rotação de cultura, melhoria das características orgânicas do solo e principalmente a redução dos custos de criação. Preocupada com a evolução da pecuária no país, a empresa fez a adesão voluntária no SISBOV - Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
E foi a partir de 1994, com a redução das áreas remanescentes que partiu-se apenas para a recria e engorda. A Bom Futuro Pecuária se concentra hoje nas regiões de São José do Rio Claro, Sapezal e Itiquira e possui aproximadamente 10.000 cabeças de gado.